quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Levo esse sorriso...

Porque já chorei demais.

Chorei com O Quinze, de Raquel de Queiroz; com o Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos; com o Caçador de Pipas, do Khaled Hosseini; com os sofrimentos do Werther, no brilhantismo explícito de Goethe. Depois, ou antes, que já não importa, chorei no Lado a Lado (Stepmon); com o Pearl Harbor e o Diamante de Sangue; com o Som do Coração e em O Retorno do Rei, porque a saga já estava cumprida. Chorei, um rio, em P.S. Eu te amo e outros tantos litros com o Ichi Rittoru No Namida e foi difícil me consolar, muito difícil. Chorei desde a Cameron Diaz ao James Cameron e, não menos, com o Will Smith, Brad Pitt e Orlando Bloom. Chorei por trazer a fantasia para a minha realidade e todos os meus sentidos palpitaram, até ali... Continuei chorando, da ficção até os pés tocarem o chão e devo concordar, pois penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir tocando em frente.

Para finalizar, um choro, bem Brasileirinho.

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